A divindade do caráter só pode ser reconhecida por mentes privilegiadas, não de inteligência, mas de sabedoria.
Em nosso eu acontece o oposto do que acontece em nossas casas; em nossas casas, talvez pelo mundo ter tornado-se tão “inabitável”, buscamos melhorar o lado interior de nossas residências, de nossos lares, será que o mundo lá fora não é mais um mundo tão bom assim?
De modo semelhante, paramos de tentar melhorar nosso eu interior e passamos a supervalorizar o lado exterior das pessoas; viver de aparência, nada está tão na moda, o que houve? Nosso lado interior não é mais tão belo assim?
As pessoas que vivem de aparências, não o fazem por não acharem beleza interior nas outras pessoas, mas sim por terem desistido desse objetivo e não enxergarem algo bonito em seu próprio eu.
Não estou dizendo que devemos confiar nas pessoas nem que não, e também não aprovo a idéia de fingir que confiamos, o ser humano deixou de ser humano há muito tempo, mas se você que consegue entender o que estou falando, tem uma mente privilegiada e um interior bonito também, vai ver só precise de uma faxina, que tal fazer isso agora...
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